
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a operação Farandola, mirando um suposto esquema de caixa 2 eleitoral e corrupção em Caxias, no interior do Maranhão. Líder da oposição e conhecido como "Fiscal do Povo", o vereador Daniel Barros teve casa e gabinete revistados por agentes que cumpriam mandados de busca e apreensão.
As diligências se estenderam a São Luís, com foco em dois vereadores: Daniel Barros e Mário Afonso. A PF apreendeu cerca de R$ 203 mil em espécie, joias, relógios de luxo, armas e até castanhas, itens que podem ligar os investigados ao esquema criminoso. Barros, aliado do candidato derrotado à prefeitura Paulo Marinho Júnior, é um dos principais nomes da oposição local.
A operação investiga financiamento irregular de campanhas e desvios de recursos públicos no município, maior do sul do Maranhão. A presença de tanto dinheiro vivo e bens de alto valor sugere movimentações atípicas, típicas de caixa 2 para influenciar eleições. A ação reforça o cerco da PF contra corrupção no interior maranhense.
Com Barros como alvo proeminente, a oposição caxiense pode sofrer reveses significativos. O desfecho da Farandola promete revelar conexões entre vereadores, aliados políticos e esquemas financeiros, em um ano pré-eleitoral tenso para o Maranhão. A PF continua as análises periciais dos materiais apreendidos.
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